Acordei em brancas nuvens.
A culpa do mundo não me convém.
O amor ao qual pertenço,
Me invade por inteira.
Estranhos se dividem,
Me isento de ódio.
Na palma da mão
Os caminhos brilham.
Pingam-me nos olhos
Lágrimas de alguém.
Sigo um feixe de luz,
À ponta dos cabelos...
Pra que escrevo senão para meu próprio ego.
foto: http://www.flickr.com/photos/anarchos/3472767015
sexta-feira, junho 19, 2009
The Point Of No Return...
às
14:40
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7 comentários:
Eu tbm escrevo pra mim... e sempre faz bem a mais alguém...
egóicos ou não, egos também se compartilham.
espero que sim!...
a mim, pareceram dias de amores :-)
cada vez que a gente escapa
dessa culpa
dessa capa
cada vez que a gente escapa
desse metro quadrado
dessa medida
exata
cada vez que a gente escapa
desse risco calculado
desse excesso
de cuidado
dessa cápsula
desse medo desse mesmo
dessa máscara
cada vez que a gente escapa
a vida
se dilata
Belos poemas por aqui. abs de arrudA
que bonito e sincero, Carol!
Parabéns de muito bom gosto seu blog
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